Pular para o conteúdo
← Voltar para o início Nossos clientes

Usinas em 18 cidades do Rio Grande do Norte e de Pernambuco.

Cada usina abaixo é um telhado que a nossa equipe subiu, de Natal e da região metropolitana ao interior do estado e à Grande Recife. Os clientes que deixaram a gente gravar contam o caso deles em vídeo, com os números que eles mesmos citaram. Hoje, quase 1 em cada 3 clientes novos chega por indicação de quem já instalou.

Onde a LIV já instalou

Natal · Parnamirim · Extremoz · São Gonçalo do Amarante · Macaíba · Ceará-Mirim · São José de Mipibu · Mossoró · Canguaretama · Tibau do Sul · São Miguel do Gostoso · Macau · Guamaré · João Câmara · Pedra Grande · Afonso Bezerra · Recife · Jaboatão dos Guararapes

Lista tirada do nosso sistema interno de gestão em julho de 2026, contando as instalações com cidade registrada. Já instalamos em outras cidades além dessas, então trate a lista como piso e não como total.

Dez casos, com o número que cada um citou

Nenhum caso aqui foi escrito por nós e depois aprovado pelo cliente. São falas gravadas, com os valores que cada pessoa disse pagar antes e depois. Em cada um a gente explicou também o mecanismo por trás, porque quem está decidindo agora costuma ter a mesma dúvida que aquele cliente teve.

Fabrício, em Canguaretama: três imóveis e a verdade sobre as taxas que continuam na conta

Canguaretama, RN · três imóveis · contas de R$1.600 a R$1.700 por mês

Fabrício tem três imóveis em Canguaretama e as contas somadas ficavam entre R$1.600 e R$1.700 por mês. Ele chegou desconfiado de ouvir proposta, do jeito que a gente prefere que chegue.

O que fez ele fechar não foi um número melhor que o da concorrência. Foi a gente explicar o que a conta de luz continua cobrando depois que a usina entra em operação, assunto que boa parte do mercado deixa pra depois da assinatura. Mesmo com geração própria, a fatura da distribuidora não zera. Continua a taxa mínima de disponibilidade, cobrada conforme o tipo de ligação do imóvel, continua a iluminação pública do município, e desde a Lei 14.300 entrou também a cobrança progressiva pelo uso da rede, o Fio B.

Quem promete conta zerada está prometendo o que não existe. A conta cai muito, e é isso que a simulação mostra em valor fechado, já com essas três linhas descontadas do resultado. Cliente que entende isso na primeira conversa não se decepciona no primeiro mês.

Da conversa à instalação foram de 15 a 20 dias, na data que estava combinada. Para quem tem mais de um imóvel, a decisão é uma só e o dimensionamento considera o consumo somado dos endereços.

A parcela do financiamento ficou menor do que ele pagava de luz

Dona Elisângela, em Montanhas: três casas da família resolvidas com um projeto só

Montanhas, RN · três casas · conta dela chegava a R$480

A conta da Dona Elisângela, sozinha, chegou a R$480. Somava com a do filho e a da cunhada, três casas na mesma família, três faturas subindo junto todo mês.

Hoje as três pagam R$408 de parcela, juntas. Menos do que ela pagava sozinha antes.

Isso é possível porque a energia gerada por uma usina não precisa ser consumida no telhado onde as placas estão. A distribuidora permite direcionar o excedente para outras unidades consumidoras, e o desenho de quem entra como titular faz parte do projeto. Na prática, uma família com casas próximas pode resolver mais de uma conta com um sistema só, e o dimensionamento é feito sobre o consumo somado em vez do consumo de uma casa.

O que ela conta do antes e do depois passa longe de dinheiro. É sobre poder usar o que tem em casa sem fazer conta de cabeça: “na Cosern, se eu colocar um freezer a mais, vou colocar com medo, esperando a conta do mês vir na altura que vai vir.”

Essa frase descreve o que a maioria dos nossos clientes sente antes de instalar. A conta de luz vira uma vigilância dentro de casa. Quem tem usina dimensionada com folga deixa de calcular antes de ligar um aparelho.

Três casas atendidas por uma decisão só · nota 10

Seu Marcos, em Natal: parcela de R$380 no lugar de uma conta de R$580

Natal, RN · residência · conta de R$580 por mês

A conta do seu Marcos na Cosern girava em R$580 por mês. A parcela do financiamento da usina saiu em R$380. A diferença de R$200 aparece já no primeiro mês, e é ela que explica por que a maioria dos nossos clientes financia em vez de esperar juntar o valor.

O raciocínio dá pra conferir sozinho. Quem não instala continua pagando a conta inteira, todo mês, sem data de término, e o valor sobe conforme a tarifa é reajustada. Quem financia troca uma fatura que não acaba por uma parcela que acaba, e nesse caso por uma parcela menor do que a fatura que ele já pagava. Quando o financiamento termina, sobra a taxa mínima, a iluminação pública e o Fio B, que somam poucas dezenas de reais.

Ele não decidiu na primeira conversa. Pediu tempo, olhou o projeto, conferiu os números e voltou. É o tipo de cliente que a gente prefere, porque quem entendeu a decisão não desiste no meio dela.

Fechado o contrato, a equipe terminou a montagem em menos de um mês, com placas no telhado, inversor instalado e usina gerando. O acompanhamento da geração continua depois disso, pra conferir se o sistema está produzindo o que o projeto previu.

R$200 por mês mais barato que a conta de luz que ele já pagava

Fernando, em Recife: reprovado no financiamento em outras empresas, aprovado aqui

Recife, PE · nove placas · conta de R$400 a R$500

Fernando mora em Recife, pagava entre R$400 e R$500 de conta e já tinha tentado financiar energia solar em outras empresas. Não conseguiu aprovação em nenhuma.

Isso acontece mais do que parece, e quase nunca é porque a pessoa não tem crédito. Cada empresa trabalha com um número limitado de financeiras, às vezes uma só. Quando aquela financeira recusa, a resposta que o cliente ouve é que não deu, e ele sai achando que o problema é o CPF dele. A gente faz a análise em mais de uma linha de crédito, porque o mesmo CPF costuma receber respostas diferentes de bancos diferentes. A análise é gratuita e não custa nada tentar de novo.

Foi o que aconteceu no caso dele. Aprovado, nove placas, sistema instalado.

O que ele diz que pesou na escolha foi o prazo, a qualidade do equipamento e o jeito que o atendimento conduziu cada etapa. Vale registrar que ele fechou com uma empresa de Natal estando em Pernambuco, o que funciona porque a equipe se desloca e porque o processo é o mesmo em qualquer lugar: visita técnica antes da proposta, projeto, homologação junto à distribuidora e instalação com data marcada. O material chegou em 15 dias e o sistema ficou pronto em menos de um mês.

Se você já ouviu um não de financiamento solar, aquele não veio de uma financeira específica, e outra pode responder diferente.

Reprovado em outras financeiras, aprovado em outra linha de crédito

Andreia: fechou dia 18, usina no telhado dia 2

Região metropolitana de Natal · residência · 15 dias do contrato à instalação

Andreia achava que ia demorar mais de um mês entre assinar e ter a usina funcionando. Fechou no dia 18, o material chegou no dia 31 e no dia 2 as placas estavam no telhado.

O prazo de instalação é uma das primeiras perguntas que aparecem, e a resposta honesta tem duas partes. A montagem em si é rápida, normalmente um a dois dias de obra num sistema residencial. O que define o prazo total é a chegada do material e a agenda da equipe, que é o trecho sob nosso controle, mais a homologação junto à distribuidora, que não depende da gente.

A ordem também importa pra não gerar expectativa errada. A usina pode estar montada e já abatendo o consumo da casa antes de a distribuidora concluir a troca do medidor. É a homologação que libera o registro dos créditos do excedente, e esse prazo é da concessionária.

Antes da obra na casa dela, o Yuri passou conferindo o material peça por peça, pra não faltar nem sobrar nada no dia da montagem. Esse passo não aparece em proposta nenhuma e é o que evita a obra parar pela metade esperando um item. O que ela disse depois: “me surpreendeu muito positivamente.”

Menos de 15 dias do contrato à usina no telhado · nota 10

Dona Nilsa: dois ar-condicionados dentro do projeto por R$50 a mais

Rio Grande do Norte · residência · conta acima de R$300

A conta da Dona Nilsa passava de R$300 e ela tinha um plano guardado havia tempo: colocar dois ar-condicionados em casa. Não colocava por medo do que ia acontecer com a fatura.

Essa é uma das perguntas mais úteis que um cliente pode fazer na hora do projeto, e quase ninguém faz. O dimensionamento é feito sobre o consumo que você tem hoje, mas pode ser feito sobre o consumo que você pretende ter. No caso dela, incluir os dois aparelhos no cálculo aumentou o projeto em R$50.

Cinquenta reais uma vez, no valor do sistema, contra a diferença que dois ar-condicionados fazem numa conta de luz todo mês pelos próximos anos. É por isso que a gente pergunta sobre piscina, ar-condicionado, carro elétrico e obra planejada antes de fechar o dimensionamento. Aumentar depois é possível, mas envolve projeto novo e nova homologação, então sai mais caro do que já nascer do tamanho certo.

Hoje ela usa os dois aparelhos e ainda sobra geração. O que ela falou no fim: “nota 10, todos vocês podem indicar que dá certo.”

R$50 a mais no projeto resolveram um plano parado havia anos

Adailton e Davanusa: 1.000 kWh por mês para dois endereços, escolhidos pelo seguro

Rio Grande do Norte · dois imóveis · cerca de 1.000 kWh/mês

O projeto do Adailton e da Davanusa foi dimensionado para gerar em torno de 1.000 kWh por mês, atendendo dois endereços ao mesmo tempo, já com folga para um ar-condicionado a mais em cada um.

Mil kWh por mês é um sistema grande para padrão residencial. Em Natal, com a irradiação da região, isso fica por volta de 7 a 8 kWp de potência instalada, algo como 12 a 14 placas dependendo do modelo, e pede área de telhado suficiente para acomodá-las com inclinação e orientação adequadas. É o tipo de projeto em que errar o dimensionamento custa nos dois sentidos: sobrando, você pagou por geração que não usa; faltando, continua com conta alta e com a sensação de ter investido à toa.

O motivo que eles deram para escolher a LIV não foi técnico: “o principal motivo de termos escolhido vocês foi a questão do seguro, o amparo durante todo o primeiro ano, no processo, na montagem e na instalação.”

Usina é equipamento em telhado, exposto a chuva, vento e descarga elétrica, e fica lá por mais de vinte anos. Quem compra pensando nesse prazo pergunta sobre seguro e sobre quem atende quando algo acontece, antes de perguntar o preço da instalação. O primeiro ano é o período em que qualquer coisa mal resolvida na montagem aparece, e é por isso que o acompanhamento nesse intervalo pesa tanto pra quem está comparando propostas.

Um projeto, dois endereços, 1.000 kWh/mês

“Era muito bom pra ser verdade.”

Roberto · residência · conta de quase R$700 · deu nota 9

Roberto: desconfiou da proposta, e tinha razão em desconfiar

Residência · conta de quase R$700 por mês

Roberto pagava quase R$700 de conta de luz. Quando a gente apresentou o projeto, a reação dele foi essa: “era muito bom pra ser verdade.”

Ele desconfiou, e tinha razão em desconfiar. Energia solar é um mercado com muita empresa nova, muita promessa de conta zerada e muito vendedor que desaparece depois da instalação. Quem pesquisa antes de comprar encontra relato de projeto subdimensionado, de homologação travada por meses e de garantia que ninguém honrou.

Insistir não tira ninguém da desconfiança. O que tira é mostrar de onde vem cada número: a tarifa atual da Cosern por kWh, o consumo dos últimos doze meses na própria conta dele, a irradiação da região e o que sobra de fatura depois de a usina entrar. Com esses quatro dados na mesa, a proposta deixa de ser promessa e passa a ser cálculo que ele mesmo pode conferir.

Também ajuda separar garantia de fábrica de garantia de serviço. Placa tem garantia de geração longa, de duas décadas ou mais, dada pelo fabricante. Inversor tem garantia própria, mais curta. Instalação tem garantia de quem instalou, e é aí que a escolha da empresa importa mais.

O sistema dele foi instalado e está gerando. Na nota de 0 a 10 ele deu 9, e não quis dar 10 de graça.

Conferiu cada número antes de fechar, e o sistema está gerando

Conta alta, e nem usava ar-condicionado.

Tiago · residência · projeto de 350 kWh/mês

Tiago: conta alta numa casa que nem usava ar-condicionado

Residência · projeto dimensionado para 350 kWh/mês

Tiago pagava caro de energia e nem usava ar-condicionado. Vivia regulando o que ligava e a que hora, conta alta e conforto pela metade.

Isso confunde muita gente que olha a fatura e não entende de onde vem o valor. Numa casa sem ar-condicionado, o consumo se concentra em chuveiro elétrico, geladeira e freezer, que ficam ligados o tempo todo, e no que a família usa à noite. O chuveiro elétrico é o aparelho de maior potência da maioria das casas brasileiras, e alguns minutos por dia por pessoa já pesam no fechamento do mês. Não precisa de ar-condicionado para a fatura ficar alta.

O projeto dele foi dimensionado para 350 kWh por mês, faixa comum de casa de família no Rio Grande do Norte. Em números redondos isso fica por volta de 2,5 kWp, algo como 4 a 5 placas, e cabe com folga em telhado residencial. Sistema desse tamanho normalmente se monta em um dia.

O material chegou rápido e a instalação foi mais rápida ainda. Agora a casa funciona do jeito que devia desde o começo, sem ninguém calculando se pode ligar o chuveiro.

350 kWh/mês dimensionados sobre o consumo real da casa

Achava que era taxa alta, burocracia e parcela que não cabe.

Fabiana · residência · travou no financiamento antes de perguntar

Fabiana: quase não contratou por causa de um número que ela imaginou

Residência · desistiu antes de fazer a análise

Fabiana quase não contratou. Ela achava que financiamento de energia solar era taxa alta, burocracia longa e parcela que não caberia no orçamento. Desistiu antes de perguntar, que é o desperdício mais comum que a gente vê.

Vale desmontar as três coisas. A taxa de uma linha de crédito para energia solar não é a mesma de um empréstimo pessoal, porque existem linhas específicas para eficiência energética e o próprio equipamento entra na análise. A burocracia é menor que a de um financiamento imobiliário, e a análise inicial costuma sair rápido, com CPF e alguns documentos básicos. A parcela é o único dos três que dá para saber com precisão antes de assumir qualquer compromisso: ela sai da simulação, com o prazo escolhido, e fica ao lado do valor que a pessoa já paga de luz para comparação direta.

Foi assim que ela decidiu. A gente mostrou casos parecidos com o dela e o valor exato que ela ia pagar por mês, em vez de falar em percentual de economia. A instalação foi acompanhada de perto, como em qualquer projeto nosso.

Quem trava no financiamento sem ter feito a análise está decidindo com o número que imaginou, e ele quase sempre é pior do que o real.

A análise de crédito é gratuita e mostra a parcela exata

O próximo caso pode ser o seu.

A simulação usa o consumo da sua conta, a tarifa atual e a irradiação da sua cidade pra mostrar em número fechado o que muda no seu caso. Quando não compensa, a gente avisa antes de você gastar qualquer real.