Paulo, em Genipabu: a mesma parcela que ele já pagava de luz, num sistema com folga pra crescer
Paulo mora em Santa Rita, no Genipabu, e pagava por volta de R$500 por mês na Cosern. Chegou até a energia solar pela ideia de aproveitar melhor os recursos naturais, e travou no mesmo ponto que a gente escuta toda semana: achava que era coisa pra quem gasta muito, e que no consumo dele a instalação não chegaria a se pagar.
A parcela do financiamento saiu no mesmo valor que ele já mandava pra distribuidora todo mês. O dinheiro que sai da conta continua o mesmo, e a diferença aparece no calendário: a parcela tem data pra acabar, a conta de luz não tem. Depois de quitado, o sistema continua sendo dele e gerando.
Tem um pedaço dessa conta que quase ninguém compara. Duas propostas com a mesma parcela podem ser dois sistemas bem diferentes, e o que separa uma da outra é a geração dimensionada e o inversor. O inversor é o equipamento que decide quantas placas o telhado ainda aceita depois que a usina está instalada. Quando ele sai apertado, um ar-condicionado novo ou um carro elétrico na garagem daqui a três anos vira um segundo projeto do zero, com nova entrada e nova mão de obra.
O do Paulo saiu com folga. Gera acima do que a conta dele pede hoje e comporta bem mais placa lá na frente. É a mesma decisão de projeto que separa, daqui a alguns anos, quem consegue acrescentar uma bateria sem trocar o inversor inteiro de quem teria que refazer a instalação.
Antes de assinar, ele perguntou onde estava a pegadinha. É a pergunta certa, e a gente gosta que o cliente faça. Proposta que não aguenta ser conferida linha por linha não deveria ser assinada.
Parcela igual ao que ele pagava de luz, com geração acima do consumo de hoje